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Cut /// Copy
Leo Cackett Cut Copy: Australia´s coolest export
120 # 04
Está no ar a 4ª edição especial 120 Minutos aqui no Studio Eleven, olha só as atrações deste programa: Na primeira hora, apresentamos um dj set exclusivo do Cut Copy. Dan Withford mixou em uma hora clássicos que vão de Jean Michel Jarre e Fleetwood Mac até a música moderna de artistas como InFlagranti, Lifelike e Holy Ghost! Ele também mandou o tracklist comentado faixa-a-faixa que segue ali em baixo, aqui no post.
Ao lado do Cut Copy e representando muito bem o Brasil, na segunda hora do programa as mixagens ficam à cargo da dupla Yuri Chix e Lúcio Morais em um set muito legal do Database. Fica difícil escolher qual dos dois é melhor!
Clique no logo, para ouvir o programa.
Studio Eleven 120 Minutos Tracklisting
Primeira Parte: Cut Copy
Cut Copy Tracklist comentado por Dan Whitford
Aphex Twin - On Esse é um dos clássicos do Aphex Twin e eu sempre uso ele como introdução dos nossos DJ sets. Sou um grande fã de loops de piano. (Meus outros dois favoritos são "Tubular Bells" do Mike Oldfield e "Building Steam from a Grain of Sand" do DJ Shadow). Fica difícil imaginar que esse é o mesmo cara que escreveu "Come to Daddy".
Cut Copy - So Haunted (Knightlife End Edit) Nosso amigo Knightlife me chamou quando ele ouviu "So Haunted" no rádio perguntando o que acontece depois do fade out do final. Ele estava imaginando uma reprise disco então demos a ele as partes e dois dias depois nossas mãos estavam estalando ao ouvir seu remix.
Panda Bear - Bros Esse álbum do Panda Bear é sem dúvida meu disco favorito de 2007. É como se a era Graceland do Paul Simon se encontra com Animal Collective e The Avalanches. É um dos meus favoritos.
Popolice - (Edit) Popolice é um My Bloody Valentine de um homem só - que é um truque porque sempre que eu fecho os olhos durante seus shows você pensa numa banda completa, com guitarras viajantes e lindas texturas de harmonia. Um dos favoritos no underground de Melbourne ele toca com a gente e se tornou habitué do nosso rádio.
Delia & Gavin - Rise Para mim esta música me lembra dirigir ao entardecer, ou talvez ela é o som do mundo, quando estava sendo criado. Eu só vi eles tocarem uma vez, mas foi o suficiente para me deixar pasmo nos 25 minutos que eles tocaram, sem desvios nem vocais. Incrível.
Elitechnique - Fingerfood (Major Swellings mix) Há sempre um toque de Herbie Hancock, em todos nós. E devo admitir, lembro-me vendo o saxofone eletrônico em um show chamado "Beyond 2000" quando ainda era moleque e implorava aos meus pais para me comprar um. Eles nunca compraram.
Nu Music - Warp Esse som é incrível, pra mim. É uma daquelas músicas que tranportam a gente. Vai de Chicago House até uma deliciosa guitarra acústica e soa como um dos melhores remix que você já ouviu. Fiquei de cara ao descobrir que esse som é de 1982 em sua versão original.
Panthers - Gobllin City (holy Ghost! Dub) Holy Ghost! parecem mesmo ser os heróis da nova onda de talentos da DFA. Esse mix do Panthers é tão bom quanto os da DFA. Mal posso esperar pra ouvir mais.
Alan Braxe & Fred Falke - Horizon Essa música saiu no promo de "Rubicon" alguns anos atrás mas (talvez por causa da sua duração) se tornou uma das grandes mágicas do Braxe/Falke. Eu amo toda vez que a ouço mas nunca consigo ouvir tanto ao ponto de enjoar. Puro êxtase.
Bell x 1 - Flame (Chicken Lips Dub) Esse mix é meio que uma interpretação pop moderna para o funk branco do Talking Heads. Um dos meus remixes favoritos do Chiken Lips por algum tempo.
Giorgio - knights in White Saturn Essa é uma das minhas favoritas do Giorgio. Eu adoro essa época de sua música, quando em parceria com Pete Bellotte as músicas se construíam e destruíam, faixa por faixa, durante todo o lado do vinil. Esta em particular é um cover de Justin Hayward e conta com 3 versões disco para o som. O cover também é genial.
Aeroplane - Aeroplane Aeroplane é meu novo artista favorito. Essa música surge como uma versão contemporânea dos sons que inspiraram nosso novo álbum "In Ghost Colours". Não fica longe de "Equinox" do Jean Michel Jarre ou "This is What You Want, This is What You Get" do P.I.L. Uma trilha sonora épica para... bem... alguma coisa.
Fleetwood Mac - Never Forget "Tusk" foi um ambicioso álbum duplo e que provavelmente não atingiu a mesma escala de "Rumors" e tem umas notas e melodias bem românticas.
Lifelike - So Electric Como Alan Braxe e Daft Punk, Lifelike parece estar em seu melhor quando suas faixas caem numa espécie de consciência musical partilhada. "So Electric" é simultaneamente triunfante e nostálgico e para mim é um clássico instantâneo.
Saturn 5 - Oscillations Kraut puro. Serve para mostrar que você não precisa mais que um acorde (ou mesmo uma nota para esse efeito) para escrever uma música atraente.
International Music System - Runaway (Edit) Muito do tempo que gastamos escrevendo nosso segundo álbum foi pesquisando e ouvindo músicas do passado e fazendo conexões entre os modernos favoritos que inspiraram eles. Pra mim é quase que um projeto proto-Alan Braxe. Infelizmente é praticamente impossível encontrar alguma informação sobre esses artistas italianos, logo eu sei muito pouco sobre esse. No entanto é muito bom.
Cut Copy - Lights & Music Essa música foi escrita da união de duas idéias. O refrão começou com um número que eu fiz meio disco eletrônico e eu escrevi os versos de uma jam post punk que eu e o Tim gravamos com teclados e drum machine. É também nosso próximo single.
Jean Michel Jarre - Equinoxe (Edit) O que mais pode ser dito sobre Jean Michell Jarre? Ele é um herói. Para os fãs de techno, ele dedicou o Yamaha CS60 e 80 em nossos corações para sempre.
Harmonia - Deluxe (Drum Edit) Harmonia era o all-star "dreamteam" do kraut rock. Michael (Jordan) Rother do Neu na guitarra com Cluster e um par de Roedelius (mais conhecido como Shaq) e Moebious (não sem as habilidades de Clyde Drextler). Falando sério, os dois álbuns do Harmonia são obras de arte.Nos dois últmos anos eu tenho ouvido esses dois álbuns inúmeras vezes servindo de inspiração.
The Bells - Targer Group (C90 Mix) C90 parece ter surgido como o favorito dos blogs, para muita gente. Esta é minha escolha dos seus mixes.
Holy Ghost! - Hold On Não consigo falar o suficiente sobre o Holy Ghost! Esse é o hino de 2007 para o Cut Copy. Quando que esses caras vão fazer um remix pra gente? DFA, vocês conseguiram de novo...
Bagraiders - Nil By Mouth Bagraiders surgiram junto com o Knightlife (que também mixou essa faixa em particular) como parte da nova onda de produtores de Electro australianos.Por alguma razão essa cena foi realmente tomada por aqui, quando alguns anos atrás era só o Jet e seus clones rivais de rock que tomavam conta dos bares e clubes.
Space - Save Your Love Esse é uma edição instrumental de "Save Your Love" do Space. Não confinda com a colaboração do KLF/Orb também chamada "Space". Essa é mais da época do Daft Punk, do álbum "Discovery".
InFlagranti - Additional Alpha Blocker Na minha opinião esses caras raramente fazem algo errado. E mesmo quando está errado - goddamm it - está tão certo. Essa faixa é quase que transcende ao house de Chicago. Mal posso esperar pelo próximo 12".
Oran Juices - The Rain Um clássico soul underground dos anos 80.
Cut Copy - Hearts On Fire (a cappella) Cut Copy - Hearts On Fire (Joakim Mix) Joakim é alguém que eu tenho seguido musicalmente durante sua carreira e é sempre muito inspirador. Suas incursões mais recentes em remixes parecem ter sido as mais bem sucedidas, em termos de música de pista. Essa versão para nosso som chegou pra gente quando estávamos na DFA gravando nosso discoe foi a trilha sonora daquele período. Hands in the air!
Segunda Parte: Database
- Intro I-Robots - frau (Boys Noize remix) - Mr. Oizo - Minte Mans Pulse - Database - Turn Your Love Around Benson - Sidechains - Dr. Funk - Siriusmo - Simple - Golden Bug - Barbies Back - Midfield General - Disco Sirens - Calvin Harris - The Girls - Daft Punk - Voyager (Revolte remix) - Street Life Djs - Gunn Crime - Stardust - Music Sounds Better With Paris - Justice - Dvno (Justice Remix) - Steve Wonder - Isnt She Lovely (database reedit) - Database - How I Wish A Better Mix (Original) - Siriusmo - Mein Menu Fahrrad (Boys Noize Edit)
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Escrito por Mark |
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My Bloody Valentine @ London Roundhouse - 20 e 21 de junho
O Retorno - II
Após o show da semana anterior, num local menor, esse seria o primeiro show ‘verdadeiro’ da turnê. Sim, porque os shows anteriores foram apenas ensaios. Portanto, esse seria o teste: será que a banda sobreviveria os decibéis absurdos, em frente de uma platéia maior? Será que o som deles ainda faria sentido para os fãs céticos da banda?
A fila de fãs do lado de fora do Roundhouse era imensa. Aproximadamente às 9:15pm, My Bloody Valentine sobe ao palco e o show se inicia. Tocaram praticamente as mesmas músicas e o volume dessa vez estava demasiado alto e abafado. Em vários momentos não era possível distinguir que música estavam tocando.
No entanto, no sábado o show foi praticamente perfeito. Com certeza, algum ‘expert’ deve ter dado um toque para Kevin Shields, já que no sábado a banda acertou em cheio. Era até possível escutar a voz de Shields! ‘Slow’ foi particularmente linda. O local estava novamente lotado de fãs e de canções diferentes, tivemos ‘Come in Alone’ e ‘Cigarrete in My Bed’.
Em ambos shows, a banda terminou com ‘You Made me Realise’, que no sábado durou 25 minutos. Quem estava sem plugs de ouvido se ferrou, porque os decibéis, segundo a mesa de som, marcava quase 130dB… que é a mesma altura de um avião militar decolando. Parecia um terremoto, um furacão, o fim do mundo!
My Bloody Valentine - When You Sleep
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Escrito por Aline |
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My Bloody Valentine @ London ICA - 14 de Junho
Aline Lemos Bilinda Butcher
My Bloody Valentine - O Retorno
Nunca imaginava que iria ver My Bloody Valentine, uma das minhas bandas favoritas, ao vivo, num local tão pequeno como o Institute of Contemporary Arts. Este foi o segundo show de aquecimento para o início da turnê, nesta 6ª feira próxima.
Os Valentines entram no palco e já levam a platéia à loucura com ‘Only Shallow’. Meus olhos quase transbordam de lágrimas! Sei que parece piégas, né, mas My Bloody Valentine… Bilinda, Debbie, Colm e Kevin pareciam estar um pouco nervosos, e Bilinda (lindíssima!) até mesmo errou os vocais durante ‘Blown a Wish’. Nenhuma palavra foi dita durante o show. O ‘mestre’ Kevin Shields mal tirou os olhos do chão. Sim, mas e daí? Ao olhar pra platéia só via mesmo as pessoas delirando. Delirando de alegria e êxtase.
Aline Lemos Kevin Shields
Fica até difícil citar algum momento favorito… foi inacreditável, por exemplo, quando eles tocaram ‘Soon’. E sem dúvida, esse foi até agora o show mais alto em que já estive. A aparelhagem do Kevin Shields estava ligada a oito amplificadores.
Aline Lemos MBV Setlist
O encerramento do show foi com ‘You made me realise’, que com sua famosa ‘parada’ durou (no mínimo) por 15 minutos. Uma onda de barulho, infernal. O batera Colm parecia mesmo possuído. E dá-lhe os plugs de ouvido! Ensuredecedor e extremamente divino.
My Bloody Valentine - Only Shallow
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Escrito por Aline |
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Good Vibes
divulgação Santogold's frontwoman Santi White: std11 track of the week!
No ar a edição # 263 do Studio Eleven, que rolou ao vivo na noite de sábado pela Unifran FM e agora está aqui, pra você ouvir de novo. Olha só o menu:
- The Raconteurs e o novo single "Salute Your Solution"; - My Morning Jacket e a novíssima "Touch Me Im Going To Scream" part 1; - De Seattle, a banda-revelação Throw Me The Statue; - Do Brooklyn, a dupla Hercules & Love Affair mostrando que a Neo Disco está aí; - (De Los Angeles?) o novo single do Morrissey, "All You Need is Me"; - Os dinamarqueses do Alphabeat fazendo uma versão violão e voz para "Digital Love" do Daft Punk; - A dupla paulistana Lúcio Morais e Yuri Chix, mais conhecidos como Database, com a re-edição do clássico "Turn Your Love Around" do George Benson;
E ainda:
- O punk progressivo da banda Ponytail. - Direto de Liverpool, na Inglaterra, o Sunprobe emplaca o single "Cooling Tower" no bloco Myspace Studio Eleven.
TRACK OF THE WEEK - A cantora Santi White mostra que veio para ficar com o hit single L.E.S. Artistes. Em uma recente entrevista para a MTV americana, Santi disse que ela não é como a Beyoncé, que fica cantando e fazendo aquelas dancinhas bobas no palco. O lance dela é um estilo mais rock em suas apresentações. Hehe.. Você confere o pop new wave dub do Santogold com L.E.S. Artistes no posto mais alto do Studio Eleven, ou seja a faixa da semana.
Adivinha onde você deve clicar, para ouvir o programa?
Studio Eleven # 263
ARTIST TO WATCH: Ponytail. A dica brilhante veio via MSN, do grande Az. E quando você dá de cara com uma banda dessas, você se questiona sobre o novo rock, que já não é tão novo assim. Por exemplo, o Arctic Monkeys é passado. Strokes já pode ser considerado um clássico. A nova música do the Rapture 'vazou' e ninguém disse uma palavra a respeito. E o álbum novo do CSS nem data tem para ser lançado no Brasil, só que todo mundo já ouviu.
No meio dessa bagunça toda, uma menina chamada Molly Siegel vem fazendo a diferença cada vez que ela sobe ao palco com sua banda. Segundo o caderno de cultura do jornal City Paper, de Baltimore, não há hoje na cidade uma banda com um show ao vivo que alastre tanta energia como o do Ponytail.
Eles podem até não "estourar" como às vezes se espera, mas seu perfil aponta para este rumo: o de uma banda que tem um dos melhores shows do momento. E que não está nem aí pra isso.
DE BUENOS AIRES, o amigo/ouvinte/leitor deste espaço, Aldrey Resende dá a dica da melhor balada da cidade. Lá, em todos os clubes por onde passou, Aldrey se esbarrava sempre com a mesma música que fazia a pista bombar. Isso acontece comigo toda vez que viajo. Sempre tem uma música que toca toda hora no rádio, na pista e você fica torcendo pra alguém te dizer o que é. No caso dele, ele conseguiu anotar um trecho da música e quando chegou em casa, descobriu que era "Starz in Their Eyes", do Just Jack, faixa totalmente UP que abre nosso tracklist essa semana.
Crobar - O Clube para ir em Buenos Aires Por Aldrey Resende.
O primeiro Crobar Nightclub é o de Chicago e ao final de 2008, o Crobar Chicago irá celebrar seu 16º ano de sucesso nos negócios. Depois veio o de Miami, com 8 anos de uma boa vida noturna; o de Nova York que está chegando em seu 4º aniversário. O mais novo de todos, está localizado em Buenos Aires e já está no seu segundo ano de ferveção. O Crobar Buenos Aires se tornou o primeiro clube de localizacão internacional a se juntar à marca Crobar, de Callin Fortis e Ken Smiths.
Crobar Buenos Aires
O Crobar é um dos melhores clubes de Buenos Aires. Localizado no bairro de Palermo, uma região bem bacana da cidade, fica perto de um parque bem legal. Uma boate com uma infra-estrutura maravilhosa, dá para jantar, dançar e curtir bandas de rock em um ambiente bem moderno. Música: House, Rock N' Roll, Disco, Latin. Shows: de artists internacionais, shows eróticos e bandas ao vivo.
O lugar tem mais ou menos 5 bares, todos muito lotados. É tão cheio que às vezes fica difícil até pra dançar. Algumas pessoas chegam a subir nas mesas para dançar. Em todos os bares rola um som bem alto. Quando você vai de um bar para o outro, a música do primeiro bar vai dando um fade out e vira uma nova música no bar que você está entrando.
DJs famosos como Laurent Garnier, Tiesto, Armin Van Buuren, entre outros já passaram pelo Crobar Buenos Aires.
Dica: Começa a ficar legal por volta de 2:45-3:00 da manhã.
Serviço:
Tipo de balada: Bar/Club Onde: Passeo de la Infanta - Av. del Libertador, 3883, Buenos Aires, Argentina Telefone: 0054 4778 1500 Check it out!
E aqui vai um vídeo do Just Jack, que botou a pista do Crobar abaixo, no último mês de maio.
Just Jack - Starz in Their Eyes
REALCE é o novo remix da dupla Database, e ao que parece, tudo que os caras botam a mão vira um hit. Inclusive esse som que o Ministro Gilberto Gil gravou lá atrás em 79. Em 1980 "Realce" saiu na trilha sonora da novela Água Viva, mas aqui na versão do Database, ficou sem o "quanto mais purpurina, melhor", e ganhou uma roupagem ultra-super-moderna, digamos assim. Esse remix é apenas uma prévia do álbum que a duppla irá lançar de graça, na página deles no Myspace, só com reedits de artistas como Sade, Ritchie Family, Curtis Mayfield , The Jbs entre outros. E a coisa não pára por aí: o álbum terá também um monte de bônus tracks, de artistas convidados, como The Twelves, NRK, Bo$$ In Drama, Digitaria, Killer On the Dancefloor e Roots Rock Revolution, todo mundo fazendo reedits. Então, se liga: o álbum ficará disponível de graça no Myspace da dupla, por uma semana no mês de agosto, do dia 11 ao 17! E olha só como somos bonzinhos: clique aqui para baixar o remix ; )
CUT COPY GRAVA SET EXCLUSIVO PARA O STD11 que irá ao ar na próxima edição do Studio Eleven 120 Minutos. Dan Whitford, o DJ e mentor do grupo mixou uma hora exclusiva para o programa e ainda mandou o tracklist comentado faixa-a-faixa. Junto com o Cut Copy, um outro DJ set será apresentado. Todos os detalhes logo mais ali no banner. Agende-se: o programa vai ao ar no dia 26 deste mês!
MUNDO ESQUISITO... Jornalista do caderno cultural de um grande jornal inglês contou que em recente entrevista com Johnny Rotten, o vocalista dos Sex Pistols, este entregou que seu nome está na lista das próximas pessoas que irão receber o título de Sir. Johnny Rotten, ou Joãozinho Podre - apelido dado pelo sorriso amarelo do cara nos anos 70 - se receber o título de Sir, vai se algo no mínimo engraçado. Se em 1979, ele colocou toda a juventude inglesa contra a Monarquia, com o single "God Save The Queen" que atingiu os primeiros lugares de vendas na época e foi um dos marcos que impulsionou toda a rebeldia do movimento Punk na Inglaterra, hoje, a mesma rainha lhe dará o título de Sir John Lydon, pelo seu trabalho cultural. Queria ouvir o discurso do cara quando ele receber o título. Hehehe. Mas não é só na Inglaterra que o mundo anda estranho. A edição brasileira da Rolling Stone deste mês trás o deputado Fernando Gabeira na capa...
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Escrito por Mark |
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No meu Ipod...
divulgação Moscow Olympics
M83 Saturday Youth - álbum mais recente da banda francesa, que é incrivelmente bom. Cada faixa do mesmo parece ter sido gravada em diferentes fases, já que são tão distintas umas das outras. O álbum tem um feel meio anos 80. Minha favorita: "Kim and Jessie". M83 Myspace
The Airfields Up All Night – uma recém descoberta (maravilhosa) pra mim, os canadenses The Airfields fazem um som delicioso- uma mixtura de indie pop, um pouco experiemental, um pouco twee. Faixa para escutar: "Never See You Smile". Linda! The Airfields Myspace
Moscow Olympics Cut the World - uma outra banda fantástica- das Filipinas! Imagine Pet Shop Boys com mais guitarras… um New Order, pendendo mais para a fase do Joy Division! Escutem e me digam se concordam. Moscow Olympics Myspace
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Escrito por Aline |
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That's Not My Name
The Thing Things: std11 track of the week!
Boas! O programa do último sábado já está no ar, mas o especial com 120 minutos da dupla de DJs de Nova York Justin Miller & Jacques Renault continua disponível para você ouvir, até o fim do mês, quando entra um novo especial com o C...
Enquanto isso, apresentamos novos sons e novas bandas, a começar pelo The Beasts of Eden que vem do Brooklyn. Um pouco longe dali, da Carolina do Sul a gente confere o Band of Horses, e a ótima "Odd to LRC". Ainda dos Estados Unidos, as novas do Louis XIV e do Someone Still Loves You, Boris Yeltsin.
Do outro lado do Atlântico, fomos buscar o som contagiante dos noruegueses do The Fernets e colamos no Reino Unido para conferir o rock moderno pós-Strokes da banda Envy and Other Sins.
O programa ainda apresenta o som do grupo paulistano The Name, que brilhou no bloco Myspace com o single "Older". Músicas com letras legais, bateria pesada e guitarras que lembram os melhores momentos dos anos 80, o The Name é a banda para se prestar atenção e, claro, o Studio Eleven recomenda.
TRACK OF THE WEEK - O posto mais alto do programa fica com a dupla Jules Martino e Katie White com mais um badaladíssimo single tirado do álbum We Started Nothing. "That's Not My Name" é primeiro lugar no Reino Unido, na frente de todos os astros da música pop da atualidade. Rock it!
Está tudo aí, no radinho retrô.
Studio Eleven Radio
Studio Eleven Tracklisting 07.06.2008
warm-up
01. BLACK REBEL MOTORCYCLE CLUB - Love Burns 02. HOLY GHOST! - Hold On 03. FOALS - Olympic Airways 04. KOOKS - Always Where I Need To Be 05. KAISER CHIEFS - Ruby 06. ROYWORLD - Dust
best new music
07. THE BEASTS OF EDEN - Malou 08. SOMEONE STILL LOVES YOU, BORIS YELSIN - Modern Mystery 09.THE FERNETS - I Can't Explain 10. ENVY AND OTHER SINS - Highness 11. LOUIS XIV- Guilt By Association 12. BAND OF HORSES - Ode To LRC
hear it first
13. ALPHABEAT - Fascination (denmark) 14. SCOUTING FOR GIRLS - Heartbeat (uk) 15. UTAH SAINTS - Something Good 08 (leeds)
track of the week
16. THE TING TINGS - That's Not My Name
myspace studio11
17. THE NAME - Older
classics
18. THE CURE - Lovecats 19. MORRISEY - Suedhead 20. THE SMITHS - There is a Light That Never Goes Out 21. R.E.M. -Shiny Happy People 22. THE FARM - All Together Now 23. ADAM AND THE ANTS - Wonderful 24. PIXIES - Vamos 25. NEW ORDER - Perfect Kiss
final cut
26. LIGHTSPEED CHAMPION - Midnight Surprise
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Escrito por Mark |
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120 # 03
Está no ar, a edição de maio do Studio Eleven 120 Minutos, o programa que traz até você os melhores DJ Sets do planeta! Neste programa, convidamos uma dupla de Nova York que faz parte dessa onda de novos talentos revelados pela gravadora DFA Records. São eles, Justin Miller (DFA) e Jacques Renault (Runaway). Os caras são residentes do 205 Club todas as terças, uma das noites mais quentes do momento em Nova York. A primeira hora fica por conta de um set exclusivo gravado pela dupla para a série radiomixes da DFA e foi gentilmente cedido ao Studio Eleven. Vale lembrar que é a primeira vez que esse set é trasnmitido em um programa de rádio. Já a segunda hora do programa mostra a dupla Justin & Jacques tocando ao vivo no Club 205. divulgação
Jacques Renault & Justin Miller Por e-mail, Justin Miller e Jacques Renault concederam uma entrevista exclusiva para o Studio Eleven e você confere ela na íntegra, bem aqui. Justin & Jacques Interview
Studio 11 - Pra começar, porque vocês não contam pra gente como se conheceram, perceberam o mesmo gosto musical e começaram a tocar juntos?
Justin Miller - Eu conheci o Jacques através de um amigo em comum e achei ele um cara legal. Nós dois tocávamos regularmente às quintas, daí nunca dava pra gente ir um à festa do outro nessa época. Eu larguei o que eu estava fazendo e Jacques começou a tocar em uma outra noite em que frequentei quase todas as semanas, durante meses. Foi só uma questão de tempo e achar um lugar legal para fazer uma festa juntos, para coisa toda começar.
Jacques Renault - Eu acho que foi Alex Frankel do Holy Ghost! que disse isso antes "vocês dois deviam armar uma festa juntos" ha!
STD11 - De tempos em tempos a cidade de Nova York revela um tanto de novos talentos musicais de diversos estilos. Como vocês podem descrever o cenário musical de Nova York nos dias de hoje?
JM - Eu acho o "cenário musical" em Nova York muito inspirador em vários níveis. Não importa qual cena é essa. O que importa é que as pessoas estão produzindo aqui. Nova York parece ser uma cidade de artistas e todos nós apreciamos o trabalho que cada um está fazendo.
JR - Verdade. Penso que com o nosso ciclo de amizades estamos todos nos incentivando a fazer mais e mais. É por isso que Nova York está sendo notada por ter uma nova cena "Disco".
STD11 - Algumas gravadoras como a Modular Records, na Austrália e a Ed Banger na França ficaram conhecidas por terem a maior parte de seus artistas produzindo música eletrônica de estética mais roqueira. Por outro lado, a DFA parece ter uma forte influência da era disco dos anos 70 na maior parte de seu cast. De onde vem essa influência?
JM - Vem de Nova York! Na minha cabeça, é o lugar onde a Disco nasceu. Tem um monte grandes emissoras de rádio FM que tocam Disco aqui, logo você ouve isso praticamente todos os dias em taxis, supermercados, restaurantes, clubes, etc. É como uma sutil trilha sonora para a cidade em si.
JR - Isso é natural, não é?!
STD11 - A gente percebe em alguns artistas como por exemplo Metro Area ou Runaway em Nova York, ou ainda Ignition em Londres, todos fazendo músicas novas com os pés fincados na Disco. Isso seria sinal de uma nova tendência aparecendo?
JM - Bom, o Metro Area já vem fazendo dance music nesse estilo há muito tempo. Pra mim, eles estão uns 5 anos à frente do seu tempo. Tipo, o que eles estão fazendo hoje, vai ser muito grande no futuro. Mas se isso é uma nova tendência aqui ou fora, bom, estou aqui e, com todo respeito, vejo isso como um assunto ainda pequeno e intimista. Tem-se ganhado atenção de pessoas de fora de Nova York e Londres, o que é realmente impressionante! Existe uma grande quantidade de pessoas talentosas a fazer excelentes músicas neste cenário, que merecem essa atenção.
JR - A Disco foi influência na dance music desde o primeiro dia. O que acontece agora é maior do que samplear os discos que a gente conhece e gosta. Novos grupos estão pegando os instrumentos novamente e intensificando os passos, de trás para frente. Ir em frente, pegar a guitarra e fazer você mesmo, com o microfone. Não é nada para se envergonhar, apenas gravar suas músicas próprias mais uma vez!
STD11 - No set que vocês enviaram para o programa, tem uma boa seleção de novos artistas mas também alguns clássicos mais antigos, que por sinal, soam um pouquinho diferente. Vocês também colocam as mãos na massa e jogam suas próprias versões em alguns clássicos?
JM - O "Modern Mix Four Our Amusement" é moderno no sentido de ser basicamente só músicas novas de artistas novos que foram a maior parte do nosso repertório do ano passado. Jacques é um "disco edit" maníaco. Entre o material qua ainda não foi lançado pela DFA que eu toco, e as edições dele, dá pra se ter uma idéia do que fazemos. Jacques fez vários remixes bem legais que serão lançados por diversos selos este ano. E também, a DFA Records pegou "Brooklyn Club Jam" do Runaway para lançar nos Estados Unidos neste verão.
JR - É importante pra nós trazer o máximo que conseguimos para os nossos DJ sets. Pode ser o exclusivo e maravilhoso material que Justin tem, ou novos remixes e faixas nossas ou dos amigos, o público fica sempre na pegada para saber qual vai ser a próxima música que vai tocar. É bem divertido!
STD11 - Falem um pouco sobre as noites de terça, do 205 Club. Quando começou a residência de vocês e como tem sido a balada?
JM - Tem sido um trabalho de amor. Ter uma residência é importante e ajudou a impulsionar o nosso perfil e garantir mais e mais shows em Nova York e outros locais. Nós tivemos grandes convidados e amigos que tocaram com a gente no ano passado. E, claro, uma das peças-chave da nossa noite é o som. É alto. Bem alto e pesado. Nossos amigos e os artistas que tocaram com a gente fizeram seus sets só pra ver as pessoas naquele quarto se jogando daquele jeito na pista de dança. De uma certa forma, parece que estamos revivendo algum tipo de Larry Levan no Paradise Garage, quando ele e seus amigos fizeram a mesma coisa. Tentamos documentar a noite desde quando começou. Olhar para todas as fotos que tiramos, me faz sentir um pouco nostálgico, mas é muito cedo para sentir isso. Há ainda muito mais para fazer.
JR - Sim, é cedo demais para ser nostálgico - especialmente quando olhamos para o que está por vir neste verão! O sistema de som e o clima no 205 é duro de bater - Eu nunca senti tão confortável em um clube.
STD11 - Em 2003, quando eu estava em Nova York entrevistando Nic Offer e o pessoal do !!! eles mencionaram uma noite bem parecida com a do 205, que rolava toda segunda com o pessoal do the Rapture como residentes. Lembro que eles disseram algo sobre o fechamento da noite por causa de uma Lei Municipal do prefeito Rudolph Giulianni sobre a proibição de dança em alguns locais da cidade. Hoje, isso já está mais flexível?
JM - Eu acho que Nova York está ok. Essas leis àcerca de parar a dança por um tempo estão muito mais brandas. Tenho ido a ótimos eventos ultimamente e vejo as pessoas dizerem coisas engraçadas, tipo "está parecendo os anos 90!".
JR - E claro, os nova-iorquinos encontram uma solução para o problema. A gente continua a lutar e achar novos espaços e a trabalhar com clubes, para fazer acontecer. Não há fraqueza neste momento.
STD11 - Falando sobre música, quem são os artistas mais quentes no momento, que vocês acham que devemos prestar devida atenção?
JM - Free Blood, Lee Douglas, Black Meteoric Star, PlanningToRock e Runaway.
JR - Eu vou só adicionar à lista: Holy Ghost!, Greg Wilson, In Flagranti, Still Going, Sticky Disc, Cosmo Vitelli, Todd Terje e Invisible Conga People.
STD11 - Se vocês tivessem que escolher 3 discos para levar praquela ilha deserta lá, quais os 3 clássicos que nunca ficariam para trás?
JM - Três clássicos sempre...
1. Frankie Knuckles - Your Love 2. Nick Straker Band - Little Bit Of Jazz 3. Punkin Machine - I Need You Tonight
JR - Ah é? Humm
The Gets/Gilberto LP é maravilhoso, provavelmente a melhor música de ilha já feita antes.
STD11 - O que toca no Ipod de vocês no momento?
JM - Harry Nilsson - Nilsson Schmilsson (grande álbum de verão)
JR - Claudio Barry - Love For The Sake of Love
STD11 - No ano passado, Tim Sweeney e Juan Maclean vieram à São Paulo e se apresentaram num dos clubes mais legais da cidade. Alguma chance de vermos a dupla Justin Miller e Jacques Renault ao vivo, por aqui?
JM - Um bilhete de avião e um lugar pra se jogar e estamos aí. Iremos trazer os bons tempos.
JR - ( ! )
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Escrito por Mark |
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Friday at Buffalo Bar, London - Wry + Helen
Rodrigo Macedo Wry live @ Buffalo Bar, London, May16th, 2008.
Bem, depois de uns 10 dias de sol que invadiu Londres e até mudou o astral de galera, ontem ficou nublado de novo. Mas por aqui, já era hora...
Na última sexta, rolou uma noite mais que especial, com 3 showzaços de super bandas, onde fizeram o Bufallo Bar ficar bem pequeno pela quantidade de personas lá no local.
Um amigo meu - aka IGGY POP - tinha me falado desse show há um tempão atrás, aí checando na net ví que o negócio ia ser feio mesmo, no bom sentido. O Iggy me mandou um sms dizendo que o show rolaria a partir das 10.
Eu estava no trabalho e teria que sair as 10, mas consegui sair uns 20 minutos antes só pra garantir.
No metrô e já calibrando, o trem fez seu itinerário completo e sem atrasos ;-)
Na porta já encontrei com o batera do Wry, que estava lá fora fumando um cigarro pra se concentrar.
Deixei a mala, passei no bar, descolei uma ceva, encontrei o casal 20 e pronto! Já havia começado o melhor show da semana: o da banda WRY. Está certo que já falei deles antes por aqui, mas quem é que não fala? Falo e re-pi-to.
Os caras chegaram num grau tão elevado de amadurecimento musical que, na minha opinão eles deveriam ter fechado a noite. Muito protecionismo, porque eles são gente fina e querem dar chance pra outras bandas também.
Bom, falar o quê do show?
Hiper-fuzz, overdrive, delay, chorus, flanger, tinha tudo isso misturado com aquela batida que só o Wry consegue emplacar. Tocaram tudo e todos os sons, em tipo 40 minutos de som, com muita qualidade!!!
Confesso que depois do show, encontrei com o Mario e o Chokito e disse: "meu que show mala, vocês não tocaram meu som favorito, "Come and Fall" - mas eles disseram: " temos muitas coisas pra tocar!"
Essa eles passam ;-)!
Rodrigo Macedo Helen live @ Buffalo Bar, London, May 16th 2008
Na sequência veio a galera do Helen. Quer saber o que eles/elas são/soam?
Cinco pessoas, sendo duas minas, uma no baixo e outra nos vocais lindíssimos, mais um batera e duas guitarras. Já em relação ao som, imagine a voz do Mazzy Star - sério, era igual mesmo - com uma levada bem shoegaze e uma pitada de Breeders.
Tá curioso né? Então vai no Youtube e vê se consegue baixar alguma coisa que vale a pena!
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Escrito por Rodrigo |
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ALL TOMORROW’S PARTIES (ATP) WEEKEND - MINEHEAD - 16 e 17 DE MAIO
Aline Lemos ...And You Will Know Us By The Trail Of Dead live @ ATP Weekend
A idéia de um festival de indie rock numa colônia de férias me parecia super atraente. Na minha cabeça, tava imaginando todos os ‘indie kids’ nadando, indo na praia, além de, lógico, assistir as dezenas de bandas confirmadas para o fim de semana. Entre elas: Dinosaur Jr, Four Tet, Explosions in the Sky (que foram os curadores do evento), Silver Jews, Iron and Wine, Battles, The National, De La Soul… para mencionar apenas algumas.
Infelizmente, a idéia de sol e praia, não rolou, porque, como sempre, estava chovendo. A viagem de Nottingham até Minehead durou quase 6 horas… A primeira banda que vimos foi Dinosaur Jr, no Centre Stage. Como podem apenas 3 caras fazer tanto barulho daquele jeito? Lou Barlow! Os solos desse cara foram impressionantes. Sem mencionar o cabelo dele (muito longo e branco!). Confesso que a barraquinha de cachorro quente que tinha ali me distraiu um pouco. Hmmm - cachorro quente!
Aline ( having fun ) na praia em Minehead ;)
Após os Dinosaurs fomos ver uma banda chamada The Octopus Project. A banda impressionou não apenas no som inovativo - um noise rock com sintetizadores e guitarras. Um som estranho, que juntamente com os efeitos visuais no palco (esses consitiam de desenhos-animados de terror), me fez lembrar dos filmes de Tim Burton.
Para terminar a noite, vimos Explosions in the Sky, no Pavilion Stage, que era o palco principal do festival. Apesar do som não estar perfeito de onde estávamos assistindo, o post rock dos caras de Austin, Texas, me impressionou muito.
No segundo dia, a tarde consistiu em visitas ao parque de diversões (carrinho de trombada!), um passeio na praia (já que havia parado de chover, mas ainda tava bem nublado) e muita antecipação para o DJ set do Club AC30.
Ficou combinado que o set seria das 6pm ate 3 am, no pub irlandês que há no local. Eu discotequei entre as 9 e 10 horas, mais ou menos, e foi super divertido! Isso significou que naquela noite não pude ver muitas bandas. MAS! Antes de me concentrar no DJing e em apoiar outros do Club AC30, vi a melhor banda do festival, na minha opinião. …Trail of Dead. Absolutamente paulera - no melhor sentido possível. O set da banda foi ultra consistente, e os caras passaram uma energia absurda à platéia. Teve até moshing.
Pra terminar a noite, teve muita dança no pub irlandês. Toda a galera que saía dos shows parava por ali para beber algo e não tinha como escapar dos sets que incluíram vários clássicos do shoegaze e indie rock/pop. Foi uma noite muito longa… Infelizmente perdi os shows no domingo, já que tivemos que retornar (detonados) à realidade do trabalho na segundona. No entanto, já estou pensando no festival ATP do ano que vem!
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Escrito por Aline |
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Na Virada Cultural...
Cachorro Grande ao vivo na Virada Cultural Paulista 2008, Franca-SP
Os organizadores da Virada Cultural Paulista 2008 que aconteceu silumtâneamente em várias cidades do interior do estado no último final de semana, acertaram em cheio ao escalar a banda gaúcha Cachorro Grande para o show de encerramento no domingo em Franca. Tudo combinou perfeitamente: - o lugar: gramado seco estilo Reading Festival na beira da rodovia com um visual bacana tanto para o público que assistia o show, quanto para a banda, que tinha a cidade de fundo. - o horário: não sei porque, mas o horário das 17h, que pega um pouco do dia, atravessa o pôr-do-sol e termina a noite sempre faz do show da banda que toca nesse horário o melhor do festival. - o público: formado principalmente por uma galera teen que sabia todas as letras dos sons da banda e que não pagou nada pra entrar.
O clima de outono e o pôr-do-sol serviram de cenário perfeito para o rock indie psicodélico romântico dos gaúchos, dando uma “cara de festival” ao evento. O show foi focado no último álbum dos caras, Todos Os Tempos, lançado em 2007. Impressionante como os hits do álbum eram ovacionados pela público mais teen que cantava todas as letras junto com a banda, que mostrou competência de sobra em seu show, demonstrando um som melhor do que 99,9% de todas as outras bandas de “pop rock” das grandes gravadoras do tenebroso cenário nacional atual. Os momentos altos do show ficaram para os hits “Roda Gigante", "Bom Brasileiro", "Sinceramente" e o cover de “My Generation” do The Who, no primeiro bis. A banda voltou ainda para um segundo bis, minutos antes dos mestres de cerimônia declararem a cidade como a nova Capital do Rock. (hehe..) Fecharam o show com “Você Me Faz Continuar” que arrancou mais gritos de histeria principalmente por parte das meninas. Com certeza foi um presentão pra banda, ver o vibe da galera. No meu caso, o show serviu para eu descobrir que a banda que eu acho maior chata, não é o Cachorro Grande, e sim o Bidê ou Balde, hehehe... Filmamos com o celular dois momentos do show, um durante o fim de tarde e outro a noite. Foi mais ou menos assim:
Cachorro Grande - O Que Você Tem
 Cachorro Grande - My Generation (The Who)
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Escrito por Mark |
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